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História

A nossa freguesia situa-se na costa sul da ilha de São Miguel, distando cerca de 15 km de Ponta Delgada e é confinada pelas freguesias de Candelária, Relva, Capelas, Santo António e ainda pelas Sete Cidades.

No século XVI, a zona baixa era a mais povoada, mais concretamente em redor do Porto dos Batéis (nome deriva da construção de uma grande nau no local). Mais tarde a maioria da população instalou-se na parte alta da freguesia, tornando-se mais dispersa e heterogénea.

Por carta régia de D. Manuel, datada de 1515, o lugar de Feteiras foi desanexado da jurisdição de Vila Franca do Campo integrando a de Ponta Delgada.

Foi deste modo que o Padre Lopes da Luz concluiu “que a paróquia das Feteiras existia já nos finais do século XV”, no entanto a mesma e por causa desconhecida, no último quarto do século XVI encontrava-se arruinada ficando inapta para o serviço do culto. Abandonado que foi este templo, introduziram-se pouco a pouco melhoramentos na Igreja de Nossa Senhora da Guadalupe, edificada no século XVI, procedendo-se à sua ampliação e transformando-a em igreja paroquial, com a invocação a Santa Luzia.

O nome Feteiras deriva do facto de nesta freguesia existirem muitos fetos, tal como mencionou Gaspar Furtuoso (1522 – 1591).

Na sua grande maioria, a população feteirense dedica-se à agricultura e pecuária, existindo ainda uma fábrica ligada à indústria de carnes. Servida por um pequeno porto de pesca, um número muito pouco significativo de habitantes ocupa-se ainda da atividade piscatória.

Sobressai na nossa freguesia um chafariz de mármore branco, no Largo de Santa Luzia, com quatro fontes voltadas para os quatro pontos cardeais. Para alguns, este terá sido uma oferta régia proveniente de uma das praças lisboetas para a cidade de Ponta Delgada e, no século XIX, transferida para as Feteiras.

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